quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Seminário "A República e a Igreja"

Inserido nas comemorações do Centenário da República, no Centenário da Igreja Matriz de Cortegaça e no programa das IV Jornadas do Património da Câmara Municipal de Ovar, decorreu no passado dia 10 de Dezembro o Seminário, sobre o tema central "A República e a Igreja".





Padre Manuel Dias da Silva no uso da palavra





D. Manuel Clemente - Bispo da Diocese do Porto - Falou sobre a Igreja em 1910.



1.º Painel de Oradores:
Da esquerda para a direita:
- Da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Prof. Dr. Manuel Joaquim Moreira da Rocha;
- Presidente da Assembleia Municipal de Ovar, Dr. Manuel Malicia;
- Bispo da Diocese do Porto, D. Manuel José Macário do Nascimento Clemente;
- Pároco da Paróquia de Santa Marinha de Cortegaça, Padre Manuel Dias da Silva




Auditório do Salão Paroquial.


2.º Painel de Oradores
Da esquerda para a Direita:
-Advogado e Historiador, Dr. Alberto Sousa Lamy;
- Historiador e Docente na Escola José Macedo Fragateiro, Mestre Hélder Almeida;- Presidente da Câmara Municipal de Ovar, Dr. Manuel Alves Oliveira;
- Historiadora e Docente na Escola EB23 Maceda e Arada, Dra. Susana Pardinhas;
- Pároco da Paróquia de Santa Marinha de Cortegaça, Padre Manuel Dias da Silva




Actuação do Grupo de Danças e Cantares de Cortegaça no encerramento do Seminário.


Inauguração da Exposição:
"100 Anos. Igreja Matriz de Santa Marinha de Cortegaça (1910-2010)"


















Panorâmica geral da Exposição


domingo, 5 de dezembro de 2010

Lançamento de livro sobre a Paróquia de Cortegaça

Inserido no programa: « - Seminário "A República e a Igreja"», que irá decorrer no Centro Paroquial de Cortegaça, no dia 10 de Dezembro, será apresentado o Livro da autoria da Drª Sofia Nunes Vechina "Arte & Documentação da Antiquissima Paróquia de Cortegaça", este livro tem no seu conteúdo um importante levantamento documental, ilustrado com belissimas imagens, que fazem uma apresentação historial da Igreja e da Paróquia de Cortegaça.

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No dia 10 de Dezembro decorrerá no Centro Paroquial de Cortegaça a partir das 16,00h, «SEMINÁRIO "A REPÚBLICA E A IGRJA"».
PROGRAMA:
1.º Painel - 16,00 h
Moderador
Dr. Manuel Malicia
(Presidente da Assembleia Municipal)
Oradores
As ideologias, a Memória e o Património da Igreja entre o Liberalismo e a República
Prof. Doutor Manuel Joaquim Moreira da Rocha
(Docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto)
A Igreja em 1910
D. Manuel José Macário do Nascimento Clemente
(Bispo da Diocese do Porto)
2.º Painel - 17,10h
Moderador
Dr. Manuel Alves de Oliveira
(Presidente da Câmara Municipal de Ovar)
Oradores
A Implantação da República no Concelho de Ovar
Dr. Alberto Sousa Lamy
(Advogado e Historiador)
Reformas Republicanas no Concelho de Ovar
Mestre Hélder Almeida
(Historiador e Docente na Escola José Macedo Fragateiro)
Os movimentos Republicanos e a Igreja, no Norte do Concelho de Ovar
Drª Susana Pardinhas
(Historiadora e Docente na Escola EB23 Maceda e Arada)
Encerramento - 18,30 h
Cantares de um Povo
Grupo de Danças e Cantares de Cortegaça
21,00 h
Lançamento do catálogo "Autarcas de Ovar, 1974-2010" e do livro "Arte & Documentação da Antiquíssima Paróquia de Cortegaça", de Sofia Vechina, e inauguração da exposição "100 Anos. Igreja Matriz de Santa Marinha de Cortegaça (1910-2010)".

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Quarta-feira, dia 8 de Dezembro-Nª Srª da Conceição


Quarta-feira, dia 08 de Dezembro de 2010
Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria
Imaculada Conceição de Nossa Senhora

O pecado original é uma realidade misteriosa e pouco evidente para nós enquanto comporta um prolongamento da culpa dos progenitores até todos nós. Neste dia, nós o consideramos na sua conspícua excepção ou melhor no singular privilégio concedido a Maria, que foi dele preservada desde o primeiro instante da sua concepção, da sua existência humana. O valor doutrinal desta festividade é manifesto na prece da celebração litúrgica, que sublinha o privilégio concedido à futura Mãe de Deus; "Ó Deus, que pela Imaculada Conceição da Virgem preparaste ao teu Filho uma morada digna dele...", e a própria natureza deste privilégio, enquanto não subtrai Maria à Redenção universal efectuada por Cristo: "Tu que a preservaste de toda a mancha na previsão da morte do teu Filho..."
Antes que Pio IX, com a bula Ineffabilis Deus em 1854, definisse solenemente o dogma da Imaculada Conceição, não obstante as hesitações de alguns teólogos, que podiam apelar para o próprio São Tomás de Aquino, tinha-se chegado a um desenvolvimento não só da devoção popular para com a Imaculada mas também nas intervenções dos papas a favor desta celebração. Antes que o calendário romano incluísse a festa em 1476, esta já havia aparecido no Oriente no século sétimo, e contemporaneamente na Itália meridional dominada pelos bizantinos.

Em 1570, Pio V publicou o novo Ofício e finalmente em 1708 Clemente XI estendeu a festa, tornando-a obrigatória, a toda a cristandade. Mas desde a origem do cristianismo Maria foi venerada pelos fiéis como a TODA SANTA. No primeiro esboço da festa litúrgica da Conceição, anterior ao século sétimo, nota-se, se não a profissão explícita da isenção da culpa original, pelo menos uma persuasão teologicamente equivalente. "Potuit, decuit, ergo fecit", havia argumentado um brilhante teólogo medieval: "Deus podia fazê-lo, convinha que o fizesse, portanto o fez." Do infinito amor de Cristo para com a Mãe, que a pré-redimiu e a cumulou do Espírito Santo desde o primeiro instante da sua existência, derivou este singular privilégio, que a Igreja hoje celebra para nos fazer meditar sobre a beleza de toda alma santificada pela graça redentora de Cristo.
Quatro anos após a proclamação do dogma da Imaculada Conceição, a Virgem apareceu a Santa Bernadette Soubirous. Para a menina que, timidamente, perguntava: "Senhora, quer ter a bondade de me dizer o seu nome?", Maria respondeu: "Eu sou a Imaculada Conceição."
(Evangelho Quotidiano)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

MENSAGEM DA DIOCESE DE REFLEXÃO SOBRE A MORTE

CLIQUE NAS IMAGENS PARA ACEDER AO DOCUMENTO COMPLETO









No dia de todos os Santos a Paróquia de Cortegaça distribuirá, este Panfleto publicado pelo Secretariado Diocesano no âmbito da Missão 2010.
É um documento espiritualmente muito rico , que ajuda a uma reflexão profunda da forma como encaramos a morte, particularmente daqueles que mais nos são queridos.

Vale a pena lê-lo. Muito nos ajuda a todos.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

OUTUBRO - MÊS DO ROSÁRIO - MÊS MISSIONÁRIO


ORAÇÃO
Espírito Santo, que desceste sobre os Apóstolos e os fizeste anunciadores do Evangelho: derrama os teus dons sobre cada um de nós e torna-nos sensíveis aos apelos e às necessidades dos nossos irmãos; desperta em muitos corações (crianças, jovens e adultos...) o ideal missionário; dá força e coragem a todos quantos se entregam totalmente ao serviço da MISSÃO.
Amen

Sexta-feira, dia 15 de Outubro, 21,00h.
Na nossa Igreja foi criado o ambiente adequado para a vigília e Oração à Nossa Senhora do Rosário.

O ambiente de meia-luz foi propício à interiorização e meditação para uma Oração mais sentida e profunda, onde todos e cada um de nós pedimos à Nossa Senhora do Rosário, que seja a intercessora dos nossos pedidos.
Oração a Nossa Senhora do Rosário

Nossa Senhora do Rosário,
dai a todos os cristãos a graça
de compreender a grandiosidade
da devoção do Santo Rosário,
na qual, à recitação da Ave Maria
se junta a profunda meditação
dos santos mistérios da vida,
morte e ressurreição de Jesus,
vosso Filho e nosso Redentor.

São Domingos, apóstolo do Rosário,
acompanhai-nos com a vossa bênção,
na recitação do terço, para que,
por meio desta devoção a Maria,
cheguemos mais depressa a Jesus,
e como na batalha de Lepanto,
Nossa Senhora do Rosário nos leve à vitória
em todas as lutas da vida;
por seu Filho, Jesus Cristo,
na unidade do Pai e do Espírito Santo.
Amen.

Recriando o ambiente de Taizé, um grupo de jovens da nossa comunidade, preparou a segunda parte desta vígilia, tendo como fonte inspiradora esse mesmo ambiente de Taizé, tocando e entoando alguns dos seus cânticos. Permitindo-nos a todos, gratos momentos de plena paz de Espirito, onde pudemos meditar e orar à Nossa Senhora do Rosário.
NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO,ROGAI POR NÓS!
JESUS, MARIA, JOSÉ,PROTEGEI NOSSAS FAMÍLIAS!

Sexta-feira, dia 22 de Outubro, 21,00h.
À semelhança da semana passada demos continuidade à nossa Oração e Vigília à Nossa Senhora do Rosário.
A nossa Igreja, proporcionou, a quem quis estar neste momento de Oração e Vigília, gratos momentos de Oração, meditação, interiorização e muita Paz de Espírito.
Certamente que a Nossa Senhora será a nossa intercessora no acolhimento das nossas preces e do nosso louvor, por meio da nossa oração.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Procissão da Festa do Mar - 2010 (Manhã)

Imponente e Magestosa, como sempre, mais um ano a Procissão em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré, encantou os milhares de forasteiros que nos visitaram.

Procissão em Honra a Nossa Senhora de Nazaré - Benção ao Mar

Milhares de visitantes continuam a marcar presença anualmente nas Festas em Honra a Nossa Senhora de Nazaré. A Benção ao Mar é o momento alto destas Festividades.


Missa Campal - Celebração Eucaristica em Honra a Nossa Senhora de Nazaré


Após a chegada da Procissão à Praia e com todos os Andores expostos e perfilados em frente à Capela, foi celebrada a Eucaristia presidida pelo Reverendo Padre Manuel Dias da Silva. Este ano completam-se 140 anos da Coroação da Imagem de Nossa senhora de Nazaré (Ano de 1870).

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Celebrações de Santa Marinha; Centenário da Igreja e Crisma.

1º Video das Celebrações de Santa Marinha; Centenário da Igreja Matriz e Crisma.


Dia 18 de Julho de 2010 -
Dia grande para a Comunidade Cortegacense:
-Celebração das Festividades de Santa Marinha - Padroeira de Cortegaça.
-Comemorações do Centenário da Igreja Matriz.
-Celebração do Crisma.
-Actos Presididos Pelo Bispo do Porto D. Manuel Clemente.
- Transmissão televisiva pela T.V.I. da Missa a Partir da Igreja Matriz de Cortegaça.


Homilia de D. Manuel Clemente e Crisma - video 2

Homilia de D. Manuel Clemente na Missa em Homenagem à Santa Marinha, comemoração do Centenário da Igreja Matriz, e celebração do Crisma.


Parte final da Celebração comemorativa do Centenário; Santa Marinha e Crisma

3ª Parte da Celebração comemorativa do Centenário da edificação da Igreja Matriz de Santa Marinha de Cortegaça; da Festa da Solenidade de Santa Marinha e da Celebração do Crisma a um grupo de Jovens da Comunidade da Paróquia de Cortegaça.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Passeio da Catequese da Adolescência a Aveiro.

Olá! Foi no dia 10 de Julho, depois de muita correria, lá fomos para Aveiro! Só resistiram 27! Foi uma tarde agradável penso de que…


Embarcamos num mercantel (barco usado pelas gentes da ria para transportarem o sal das salinas) no cais ali entre o rossio e o fórum.Fomos pelo canal de S.Roque, passamos pela ponte mais recente que forma um laço, representando a união das cidades portuguesas (acho que era isto) e pela ponte mais antiga, que a meio tem o emblema da cidade de Aveiro. Voltamos ao canal principal e claro fomos à zona nova da cidade - cais da fonte nova, imagem a reter: a antiga fábrica Jerónimo Pereira Campos, actual Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, vista da ria, mas digo que para mim: de noite é outra loiça!


Foi engraçado, as pessoas a dizerem adeus para quem ia no mercantel e a miudagem e graúdos a retribuir, alegria, bem-estar, serenidade. Passeio a repetir ou melhor a alargar: ir às salinas.

Texto de Isabel Peixoto
Fotos de Isabel Peixoto

sexta-feira, 9 de julho de 2010

PROFISSÃO DE FÉ

Dia 4 de Julho de 2010

Comunhão Solene na Paróquia de Santa Marinha de Cortegaça.

Dia de Festa e de Alegria.

Crianças do 6.º Volume Professam a sua Fé, comprometendo-se a prosseguir nesta caminhada de enriquecimento na fé.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Encerramento da Catequese - Convivio no Buçaquinho

Para assinalar o encerramento da Catequese, quem quis participar compareceu ao convivio no Parque do Buçaquinho, onde se brincou e se partilhou o lanche que cada um levou.

Foi uma tarde bastante divertida, ajudada quer pela temperatura bastante agradável, como pelo local que é magnifico.

domingo, 6 de junho de 2010

PRIMEIRA COMUNHÃO


Dia 3 de Junho de 2010.
As crianças do 3.º Volume da Catequese, receberam pela primeira vez, Nosso Senhor Jesus Cristo, na Hóstia Consagrada. A alegria estava-lhes estampada no rosto. Começou para estas crianças uma nova vida de intima amizade com Jesus Cristo, O seu maior Amigo. Deus, Pai do Céu, permita que estes seus filhinhos saibam receber e manter no seu coração este grande Amor de Jesus Cristo, gerador de Paz, Concórdia, Justiça, Fraternidade e acima de tudo, relação intima que dá direito à vida eterna na plenitude do Amor e da Felicidade.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Missão 2010 - Maio: Maria - Devoção Mariana - Rezar o Terço pelos lugares da Paróquia.


6ª Feira, 14 de Maio de 2010, às 20,45h: Lugar do Souto
Integrada na Missão 2010 e com este mês de Maio dedicado a Maria, a devoção Mariana, sob o lema, "O Rosário nos lugares de Viver a Imagem Peregrina entre nós", leva a Paróquia de Cortegaça conjuntamente com os grupos de catequese e escuteiros, a organizar as Novenas das três ultimas Sextas-feiras deste Mês Mariano, nos principais lugares da Freguesia.
Com encontro marcado para Rezarmos o Terço com Maria, no largo do Lugar do Souto, em frente à Capela de S. José, apesar das condições climatéricas adversas, (vento, frio e ameaça de chuva), na passada Sexta-feira, tivemos uma interessante participação, tanto dos grupos de Catequese como da Comunidade em geral.


Na proxima Sexta-feira, será na Praia em frente à Capela de Nossa Senhora de Nazaré, esperamos que muitos mais se juntem a nós para todos juntos Rezarmos o Terço, louvando e venerando Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa Mãe.


A Imagem de Nossa Senhora, esteve exposta no Altar da Capela de S. José.

SEXTA-FEIRA, 21 de Maio de 2010, às 20,30: Rumo à Praia


Continuando a missão Diocesana, com o mês de Maio dedicado a Maria, a comunidade aderente encontrou-se junto ao Café Palhitas, para iniciar a caminhada até à Capela da Praia, onde havia encontro marcado, para todos juntos rezarmos o Terço. Assim, continuamos em mais um lugar da Freguesia de Cortegaça, a missão a que nos propusemos: difundir e passar a mensagem, da importância extrema que é, criarmos o hábito de rezar o terço.


Chegados à Praia, fomos encontrar muitos obreiros desta missão, que já lá se encontravam e que juntamente com os moradores locais aguardavam a nossa chegada, para assim todos juntos darmos inicio à Novena. Ao contrário da semana passada a noite estava bastante agradável.

Na proxima semana, Sexta-feira, às 20,45h., temos encontro marcado para o Lugar das Praças.

Sexta-feira, 28 de Maio de 2010 às 20,45h: Lugar das Praças

Dando continuidade à Missão Diocesana, Maio dedicado a Maria, esta foi a última etapa da nossa proposta missionária de levar e rezar o terço, louvando a Virgem Mãe pelos lugares da Paróquia. Desta feita tivemos encontro marcado no lugar das Praças, onde todos juntos veneramos e rezamos a Nossa Senhora. A Catequese e os Escuteiros tiveram a seu cargo a apresentação dos respectivos mistérios.

A noite esteve bastante agradável e a adesão da nossa comunidade foi bastante boa.

Todos saímos mais enriquecidos espiritualmente desta novena, onde louvamos e veneramos à nossa Mãe do Céu, pedindo-Lhe que interceda por nós, nas nossas preces e nos nossos anseios.

Como em todas as Novenas que levamos pela Freguesia, tivemos sempre exposta a Imagem da Nossa Senhora de Fátima.

Amanhã, dia 29 de Maio, saíremos da Igreja Matriz em Procissão de Velas, cantando e rezando à Virgem Mãe.

domingo, 16 de maio de 2010

Resumo Fotográfico da Visita do Santo Padre

Resumo da visita a Portugal de Sua Santidade o Papa Bento XVI

Proponho que visione a selecção de slides abaixo apresentada, em modo ecrân total para poder mais facilmente ler o texto, vá avançando os slides manualmente clicando nas setas laterais.

terça-feira, 11 de maio de 2010

sábado, 24 de abril de 2010

Sessão Solene da apresentação do Monumento (PORTA) Comemorativo do Centenário da Igreja Matriz.



Cerimónia com Sessão Solene da Apresentação do monumento ("Porta") comemorativo do Centenário da Edificação da Igreja Matriz de Santa Marinha de Cortegaça. Discurso pelo nosso Reverendo Padre Manuel Dias da Silva, alusivo à comemoração deste centenário, o porquê da escolha e qual o sentido deste monumento "Porta". Discurso do Ex.mº Presidente da Câmara, Dr. Manuel Alves Oliveira,e por fim, antes da abertura da Porta para a passagem dos diversos grupos de Catequese (3.º; 6.º e 8.º), dos convidados e da comunidade em geral, discursou o Ex.mº Bispo Auxiliar do Porto, D. João Lavrador.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Bento XVI incentiva a utilização da internet ao serviço da Igreja e da Evangelização.

“Ide e anunciai… também nas redes digitais” é o lema que sobressai nos cartazes alusivos à data, que já foram enviados para as comunidades religiosas.
Na mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, intitulada "O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra", Bento XVI escreve que os padres devem “anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais", já que eles "representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis, inclusive para a evangelização e a catequese”.


segunda-feira, 5 de abril de 2010

PÁSCOA 2010 - TRÍDUO PASCAL


5 ª Feira Santa celebrada com toda a catequese e comunidade no Pavilhão Paroquial.


6 ª Feira de Paixão e Festa da Vida do 8.º volume da catequese, Celebrada no Pavilhão Paroquial com toda a catequese e comunidade.


Vigília Pascal - Sábado de Aleluia - 1.ª Parte


Vigília Pascal - Sábado de Aleluia - 2.ª Parte

sexta-feira, 12 de março de 2010

- Apesar dos tempos conturbados por altura da I República, a Igreja de Cortegaça foi Edificada.

- Apesar dos tempos conturbados por altura da I República, a Igreja de Cortegaça foi edificada. Vencendo as adversidades relacionadas com alguns movimentos Republicanos da época, o povo de Cortegaça abnegadamente levou por diante a edificação da sua Igreja Matriz.
Acompanhe com as edições digitais da ecclesia, os primeiros passos da República e a relação mantida com a Igreja.
Clique nas imagens, para aceder ao documento disponivel na Edição "digital" da Agência Eclesia.

domingo, 7 de março de 2010

QUARESMA 2010


Nesta época Quaresmal, a nossa Igreja reveste-se do seu simbolismo, convidando-nos a uma reflexão e a uma interiorização profunda, apelando-nos particularmente neste mês a abrirmos o nosso coração à “(Com)paixão”. A vivermos sentidamente a Paixão de Cristo, permitindo-nos que a Sua “Compaixão” por todos nós, nos sirva de exemplo e de alento para assim alargarmos a nossa “Compaixão” a todos os nossos irmãos. Vivamos a nossa vida “Com Paixão” baseada no mesmo amor que Jesus Cristo sempre nos transmite e nos demonstrou na Sua Crucificação, tendo morrido por nós na Cruz e que pelo mesmo Amor venceu a morte, Ressuscitando.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Homenagem do 100.º Aniversário do Nascimento do Padre Cunha.

Por ocasião do centenário do nascimento do Padre Cunha, foi feita uma recolha fotográfica, cujas fotos foram gentilmente cedidas pelos seus proprietários para integrarem uma exposição em sua homenagem.

terça-feira, 2 de março de 2010

QUARESMA 2010

ACTIVIDADE CATEQUÉTICA PARA A QUARESMA 2010
Participação activa, semanal, dos grupos de catequese nas Celebrações Eucarísticas.
Semana de Ramos (27 de Março) - à tarde Escuteiros / à noite 7.º Volume
CELEBRAÇÕES COM A CATEQUESE E TODA A COMUNIDADE PAROQUIAL NO PAVILHÃO
1 de Abril - Quinta-feira Santa - 21 h
2 deAbril - Sexta-feira Santa - 21 h
3 de Abril - Sábado Santo - 21 h
VISITA PASCAL (COMPASSO)
4 de Abril - Domingo de Páscoa

"Confiança, meu filho, os teus pecados são-te perdoados." (Mt 9)

Cruz do Centenário entregue à Catequese no dia 27 de Fevereiro:
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Haste vertical entregue ao pai. A haste que ficará ao alto representa a atitude que cada um deve ter diante de Deus: fazer que a sua oração e a sua mente se voltem para Deus.
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Haste horizontal entregue à mãe, representa que toda a vida também deve ser estendida aos outros. Todas as pessoas são irmãos; devem ser respeitadas e amadas.
Ao juntar as duas hastes ficará feita a Cruz do Centenário.
. Jesus fez do mistério da Cruz, o sinal admirável da Misericórdia Divina. Recorda-nos o imenso Amor para connosco..
Sempre que olharmos para a Cruz recordaremos que nela se consumou o Mistério de Amor, com que Cristo amou a sua Igreja.
Cristo fez de todos os homens um só Povo, o Povo de Deus.
Estamos em caminhada e necessitamos de nos renovar dia-a-dia em Aliança de Amor..
QUARESMA
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É possível a reconciliação entre pais, filhos, amigos e todos os seres humanos.
É verdade que muitos caminham de costas voltadas.
Somos Chamados à mudança: reconciliação com os outros, connosco e com Deus. Abre a porta aos que caminham junto a ti, ajudando e possibilitando a dar passos firmes.
Atravessando a porta iremos na direcção da vida.
"Senhor ensina-me os teus caminhos".
Não percas tempo a procurar Deus. Abre a porta do teu coração e fecha as "feridas".
Deixa que Ele te acorde e encontrarás a alegria...

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ORAÇÃO DOS PAIS
Senhor,
queremos receber de braços abertos a nossa cruz;
consagrar-vos toda a nossa vida.
Vós nos reunistes à volta do Vosso Altar.
É grande a alegria que sentimos por sermos Vossa Igreja e membros do Vosso Povo.
Que o Vosso Reino, Senhor, se estenda a todos os homens.
Ámen

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Chave comemorativa do Centenário


Esta é a chave que vai ser distribuida pela Comunidade Paroquial. Conjuntamente com uma outra Chave do Padre Manuel, permitirá abrir a Porta Comemorativa do Centenário da Igreja Matriz.
Neste ano Sacerdotal, pretende-se através deste gesto simbólico, mostrar a toda a Catequese e à Comunidade em geral, que o Sacerdote é imprescindível, comparando a necessidade da sua Chave para abrir a porta, à necessidade de cada comunidade possuir um, que estabeleça a ligação da fé entre a Comunidade e Deus. Sem o Sacerdote a Igreja fica sem a Chave principal para abrir a porta do reino de Deus. A fechadura dupla da porta comemorativa do centenário da nossa Igreja, mostra-nos com a simbologia deste gesto, a necessidade de se formarem mais Sacerdotes para abrirem as portas das comunidades, à Igreja de Deus.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Pinturas no tecto da Nave da Igreja Matriz

No tecto da Capela-mor estão, duplamente, representados os quatro Evangelistas. Se por um lado visualizamos uma figura de pé com auréola, segurando na mão esquerda a Bíblia aberta e na mão direita uma pena, em alusão à escrita dos Evangelhos, por outro, contemplamos um Anjo, um Touro, um Leão, e uma Águia, simbolos iconográficos de S. Mateus, S. Lucas, S. Marcos e S. João, respectivamente.

No tecto da nave evidenciam-se as representações de 10 dos 12 Apóstolos, todos eles em pé, de sandálias e túnica, com a Bíblia fechada numa das mãos, em referência à propagação da Palavra de Deus.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

PLANIFICAÇÃO DO ANO CATEQUÉTICO 2009/2010

REUNIÕES DE PAIS:
REUNIÕES DE PAIS PARA A PREPARAÇÃO DAS FESTAS FINAIS:
1. º volume - 17 de Abril de 2010, 20,30 h
2. º volume - 17 de Abril de 2010, 20,30 h
3. º volume - 24 de Abril de 2010, 20,30 h
4. º volume - -----------------------------
5. º volume - 08 de Maio de 2010, 20,30 h
6. º volume - 08 de Maio de 2010, 20,30 h
7. º volume - 15 de Maio de 2010, 20,30 h
8. º volume - -----------------------------
9. º volume - 15 de Maio de 2010, 20,30 h
10. º volume - 15 de Maio de 2010, 20,30 h
11. º volume - ----------------------------
REUNIÃO GERAL DE PAIS COM A DR ª ISABEL - 7 de Maio de 2010, 20,30 h


CELEBRAÇÕES FINAIS:

1. º volume - 8 de Maio de 2010, 9,30 h - Festa do Pai Nosso

2. º volume - 15 de Maio de 2010, 9,30 h - Festa da Avé Maria

3. º volume - 3 de Junho de 2010, 10,30 h - Festa da Eucaristia

4. º volume - 14 de Novembro de 2009, 14,15 h - Festa da Palavra

5. º volume - 22 de Maio de 2010, 14,15 h - Festa do Credo

6. º volume - 4 de Julho de 2010, 10,30 h - Festa da Profissão de Fé

7. º volume - 5 de Junho de 2010, 17,15 h - Festa das Bem-Aventuranças
8. º volume - 2 de Abril de 2010, 21,00 h - Festa da Vida
9. º volume - 22 de Maio de 2010, 17,30 h - Festa do Compromisso
10. º volume -12 de Junho de 2010, 17,30 Festa do Envio, do Compromisso.
11. º volume - 18 de Julho - Festa da Confirmação
ACTIVIDADES:
Novenas:
14 de Maio 2010:

3. º Volume / 4. º Volume / 5. º Volume - Mistérios Gososos - Rezar o terço no Souto
21 de Maio 2010:

6. º Volume / 7. º Volume / 8. º Volume - Catequese da Praia - Mistérios Luminosos - Rezar o terço na Praia - Ponto de encontro no Palhitas, caminhada até à Praia onde se rezará o terço.
28 de Maio 2010:

9. º Volume / 10. º Volume / 11. º Volume / Escuteiros - Mistérios Gloriosos - Rezar o terço nas Praças.
29 de Maio 2010 pelas 21h 15m - Procissão das Velas com toda a catequese e comunidade.
Adoração ao Santíssimo Sacramento - Data a fixar
Encerramento geral das Actividades da catequese e CNE, em Junho .
Nota: As datas apresentadas poderão sofrer alterações.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Apontamentos para a história do Concelho (extinto) de Cortegaça

N.º 11 - Publicação Semestral da Junta Distrital de Aveiro Junho de 1971
Apontamentos para a história do Concelho (extinto) de Cortegaça
Pelo Dr. Albertino Alves Pardinhas
(Director da Escola Industrial e Comercial de Oliveira de Azeméis)

1. Auto de nomeação (e de posse) da Comissão Municipal do Couto de Cortegaça.
Aos 13 dias de Maio de 1834 e em cumprimento das «ordens de Sua Excelência o Senhor Prefeito da Província do Douro» deslocou-se a Cortegaça o Sub-Prefeito, interino, da Vila da Feira, Manuel José da Costa e Sousa, propositadamente para empossar a Comissão Municipal do Couto de Cortegaça que ficou assim constituída:
Presidente – António Joaquim José da Silva, do lugar do Gavinho;
Vereador – Manuel Marques de Sá, de Cortegacinhas;
Procurador, com voto – Manuel Francisco de Sá, do Monte;
Secretário – José Ricardo Correia de Rezende;
Provedor do concelho – Joaquim José de Oliveira Cardoso, do Gavinho.
Juiz para o Governo Civil – Manuel Rodrigues da Silva, da Pedreira.
É curioso observar que só pela lei de 25 de Abril de 1835 e pelo Decreto de 18 de Julho do mesmo ano, ou seja, um ano após estas nomeações é que foi publicado o Diploma legal da nova Reforma Administrativa, onde aparece o Concelho de Cortegaça.
As sessões da Câmara sucedem-se até 17 de Outubro de 1835. Depois, o silêncio. O «Livro das Vereações da Câmara Municipal do Couto de Cortegaça, com 102 páginas, queda-se, sem mais, ao fim de 10 folhas. A Câmara deixara de funcionar, ou pelo menos, não se lavraram mais actas das sessões, a partir dessa data.
Todavia, apenas pelo Decreto de 6 de Novembro de 1836 foram extintos legalmente, este e outros pequenos concelhos.
2. Juramento (e declaração) que fizeram os da Comissão Municipal no auto de posse que lhes foi concedida, pelo Sub-prefeito da Feira, o qual lhes deferiu o juramento ordenado no parágrafo segundo da Circular da Prefeitura da Província do Douro, de 19 de Abril desse ano de 1834.
«Juro manter e fazer manter a Carta Constitucional da Monarquia Portuguesa, obedecer ao Governo estabelecido em Lisboa, em nome de Sua Magestade Fidelíssima a Senhora Dona Maria Segunda, Rainha de Portugal, e de cumprir fielmente os deveres do meu cargo.»
Prestado por todos este juramento, a Comissão declarou, em seu nome e no de toda a Vereação, que reconhecia por sua legítima Rainha, e de todos os Portugueses, a mesma Augusta Senhora, bem como o seu Governo e a Carta Constitucional por ser o único (Governo) que convém a toda a Nação, pelos bens que dele resultam, de que já felizmente gozam os povos livres da usurpação e que, sem desvio, gozará este concelho segundo as promessas do Augusto Regente (D. Pedro IV) que jamais faltará.
Declararam ainda que ratificavam a declaração de 25 de Agosto de 1833 e que «reclamariam» qualquer outra que se haja feito em favor do intruso Governo (de D. Miguel, evidente).
Estiveram presentes, além dos empossados atrás indicados, o Rev. Abade, D. José Maria Salgado de Noronha e Pina, o Abade-coadjutor, Pedro Paulo Salgado da Silva, o Padre Custódio José de Oliveira e o Padre António da Assunção Correia.

A VIDA (EFÉMERA) DA CÂMARA MUNICIPAL DE CORTEGAÇA
1. Termo de nomeação do Comissário da Polícia e demais cabos e juramento que todos prestaram aos Santos Evangelhos. / 37 /
A 14 de Maio de 1834, ou seja, no dia imediato à posse, reuniu a Câmara, estando presentes o Presidente, António Joaquim José da Silva, os Vereadores Manuel Marques de Oliveira e Manuel Francisco de Sá e o Provedor do Concelho, Joaquim José de Oliveira Cardoso, tendo deliberado nomear Comissário da Polícia, José Marques dos Santos, e Cabos, José Francisco de Pinho, da Igreja, Manuel José da Silva, do mesmo lugar, João Tavares, do Rio, António Coelho, da Pedreira, João Coelho, do mesmo lugar, Manuel Marques de Oliveira Júnior, de Cortegacinhas, João Francisco de Oliveira, do Monte, Manuel Marques de Oliveira, do Gavinho, Franscisco Alves da Costa, do mesmo lugar, Francisco Fernandes, do Covelo, e José Marques, do Cantinho, todos de Cortegaça, aos quais o Presidente deferiu juramento aos Santos Evangelhos, debaixo do qual todos protestaram fazer manter a Carta Constitucional da Monarquia Portuguesa, obedecer ao Governo estabelecido em Lisboa, em nome de Sua Magestade Fidelíssima a Senhora Dona Maria Segunda, Rainha de Portugal e de cumprir fielmente os deveres dos respectivos cargos.
O escrivão, José Ricardo Correia de Resende, lavrou a acta que todos assinaram para constar.
Observações:
a) O Comissário da Polícia aqui nomeado, José Marques dos Santos, desistitu mais tarde, sendo substituído no lugar por José Marques de Oliveira, do Cantinho, que prestou o juramento habitual perante a Câmara reunida (pela última vez) em 17 de Outubro de 1835.
b) Também o cabo, João Francisco de Oliveira, pediu a demissão por «moléstia», sendo nomeado para o substituir, Manuel Francisco Rodrigues, da Igreja (sessão de 1 de Agosto de 1835).
2. Comissão de Recenseamento para a eleição da Câmara efectiva e nomeação do Juiz e Juiz-substituto do Couto de Cortegaça.
A Câmara Municipal, interina, reunida em sessão de 3 de Setembro de 1834, deliberou nomear para fazerem parte da Comissão Recenseadora que haveria de apresentar o rol dos eleitores, os seguintes cidadãos:
Manuel Rodrigues da Silva, da Pedreira, José Alves, das Pedras, Joaquim Francisco de Oliveira, do mesmo lugar, e José Ricardo Correia de Resende, escrivão da Câmara, aos quais, por estarem presentes, o Presidente, António Joaquim José da Silva, deferiu juramento aos Santos Evangelhos e debaixo dele os encarregou de bem e fielmente desempenharem os deveres do seu cargo.
Nada consta da eleição propriamente dita, mas depreende-se que se tivesse efectuado entretanto, pois que a acta da sessão de 22 de Outubro, embora assinada apenas pelo Vereador, Manuel Marques de Oliveira, diz que esteve presente à sessão o respectivo Presidente (sem indicar qual fosse).
Apenas na sessão de 14 de Maio de 1835 aparece a nova Câmara, assim constituída:
Presidente – António Rodrigues Guimarães, cuja assinatura de analfabeto, tive a sorte de decifrar.
Vereadores – Manuel Marques de Oliveira (que não foi substituído) e Manuel Ribeiro da Silva, continuando Provedor do Concelho, Joaquim José de Oliveira Cardoso e escrivão o mesmo José Ricardo Correia de Resende.
Decerto em consequência do trabalho desta Comissão Recenseadora foram também eleitos o Juiz e o Juiz-substituto do Couto de Cortegaça, respectivamente Joaquim José de Oliveira Cardoso (que era Provedor do Concelho como dissemos atrás) e José Rodrigues de Lima, os quais perante a Câmara reunida (pela última vez), em 5 de Outubro de 1835, prestaram juramento de cumprir em tudo os deveres do seu cargo sob pena de «serem responsáveis por todo e qualquer prejuízo a que por sua omissão derem causa».
Ambos prometeram servir «sem dolo ou malícia» a missão que lhes era confiada.
3. Algumas POSTURAS de «utilidade e de interesse público» apresentadas pelo Presidente e aprovadas em sessão da Câmara de 22 de Outubro de 1834.
Embora não fossem inteiramente originais (o próprio Presidente refere que desejava seguir o exemplo da Feira) não deixam de ser interessantes como apontamento.
Assim, foi deliberado:
1.º – Que, dali para o futuro, a Polícia mandasse fechar todas as tabernas, Iojas e casas públicas às oito horas da noite e que «das avé-marias em diante até à dita hora, não consentissem seus donos ou administradores mais pessoa alguma demorada nas mesmas, e que os donos das estalagens ou hospedarias dessem parte à Polícia todas as noites, dos passageiros e hóspedes que acolhessem, debaixo de pena de multa de seis mil reis – quatro para o Concelho e dois para os oficiais ou empregados da Polícia que verificassem a infracção e, nos casos de reincidência, teriam de pagar o dobro.
2.º – Que os povos deveriam continuar a pagar aos párocos todos os direitos, conhecenças e premissas, conforme usos, costumes e estilos das respectivas freguesias, com mais pontualidade e escrúpulo do que nunca, porque tudo isso lhes é devido. / 38 /
De contrário, os renitentes seriam rigorosamente executados por ordem do Governo, que apenas extinguiu os dízimos e nada mais.
Este aviso deveria ser «publicado» nas missas conventuais de cada freguesia pelo respectivo Abade, para «inteligência e execução» dos paroquianos.
3.º – Que qualquer pessoa que fosse à mata da Freguesia à lenha ou ao cisco sofreria as seguintes multas:
a) Se a trouxesse à cabeça, pela primeira vez – seiscentos réis – e pela segunda – mil e duzentos.
b) Se a transportasse sobre animal ou em carro pagaria mil e duzentos reis, encontrado na primeira falta e na segunda o dobro.
c) Se fosse pessoa de fora a coisa custar-lhe-ia seis mil réis, para exemplo.
Da acta desta sessão foi extraída cópia que o Secretário ficou de remeter ao Provedor do Concelho para que este lhe desse execução.
4. Requerimento que apresentaram alguns cidadãos a pedir escusa do serviço da Guarda Nacional para que tinham sido recenseados.
A Câmara de Couto de Cortegaça, como as demais, fora encarregada de proceder ao recenseamento dos fregueses que haveriam de fazer parte da Guarda Nacional, de acordo com o Decreto de 29-3-1834 que determinava:
«A Guarda Nacional de cada Concelho será composta de todos os cidadãos delle dos dezoito aos sessenta anos que tiverem pello menos o rendimento anual de cem mil réis, proveniente de bens de raiz, de capitaes, industria e commercio, emprêgo ou offício público».
«Ao marido se levará em conta (diz ainda o Decreto) o rendimento dos bens de sua mulher, ainda que não haja communicação de bêns e ao pai o uso-fructo dos bens do filho de que é administrador».
«A industria se entende tanto a das Artes liberaes, como a das Artes mechanicas».
Esta Guarda Nacional era uma espécie de milícia civil, de carácter patriótico, destinada a defender as instituições em caso de perigo interno.
Apareceram, pois, requerimentos a pedir escusa deste serviço e a nossa Edilidade, em sessão de 14 de Maio de 1835 apreciou os seguintes:
1 – «Senhor Presidente e membros da Câmara Constitucional deste Couto, diz José Marques da Costa, do lugar do Gavinho, deste Couto de Cortegaça, que tem notícia de que fora relacionado e compreendido no respectivo recenseamento que se procedeu para a formação da Guarda Nacional de que esta Câmara está encarregada, porém o suplicante não se acha nessas circunstâncias, porque apenas possue umas pequenas casas em que vive com sua mulher e quatro filhos, bem como uns insignificantes terrenos que produzirão rendimento somente para a sua sustentação, no espaço de quatro meses, sendo-lhe por consequência, indispensável comprar bastante milho para o resto do ano, em cujos termos não tem o suplicante o rendimento anual dos cem mil réis marcados pela Lei...».
Mais declarava ser oficial de tanoeiro e que por este diário trabalho recebia alguns proventos mas que por «qualquer inconveniente» poderia ficar deles privado, pelo que reclamava «ser escuso do serviço para que fora recensiado».
Apresentou testemunhas que, sob juramento aos Santos Evangelhos, confirmaram a pobreza do requerente.
A Câmara deferiu, em conformidade.
2 – «Diz António Alves Frutuoso, do Lugar da Igreja, deste concelho de Cortegaça, que tem notícia de ter sido relacionado para a Guarda Nacional; porém o suplicante não tem ofício algum rendoso e é pescador matriculado na Companha do mar».
Informava, além disso, que trazia arrendada uma terra ao Rev. Abade e dela não teria rendimento superior a quarenta mil réis anuais, pelo que devia ser escuso dessa «milícia nacional».
As testemunhas confirmaram e a Câmara deferiu.
3 – «Senhor Presidente e Vereadores, diz José Gonçalves de Sá, do lugar da Aldeia, desta freguesia e Couto, que tem notícia ficara apurado para a Guarda Nacional, o que talvez acontecesse por falta de certas informações a tal respeito, porquanto exigindo a Lei de 29 de Março de 1834 e a Portaria do Governo de 23 de Março passado que veio particularmente recomendar a exacta observância daquela (Lei), que os recenseados tenham, pelo menos, o rendimento anual de cem mil réis...», o representante, embora possua bens no valor de trezentos ou quatrocentos mil réis, o certo é que estes se encontravam empenhados, pagando cinco por cento de juros, sendo um dos credores o próprio Provedor do Concelho que não o poderia negar.
O suplicante era, além disso, tanoeiro volante que se via obrigado a andar de terra em terra.
A Câmara, atendendo a que, sendo o dito José Gonçalves de Sá viúvo, metade dos seus bens seriam dos filhos menores, conforme inventário que então estava decorrendo, deferiu, como se pedia.
5. Em que se fala de louvados:
a) Na sessão de 20 de Janeiro de 1835 esteve presente António Marques de Oliveira, do lugar de Gavinho, requerendo fizesse a Câmara uma vistoria à Corga / 39 / dos Juncos, a fim de ser demolida uma «tapagem» que no «bem comum» fizera um tal José Gomes da Silva, do Monte.
Ipso facto, o Presidente e demais Vereadores assinaram o dia 23 seguinte para se deslocarem ao local, tendo nomeado louvados para a vistoria, José Alves da Costa, das Pedras e José Francisco de Oliveira, os quais, por estarem presentes, logo prestaram juramento de bem cumprirem a sua missão.
A acta desta reunião foi considerada sem efeito, de certo porque as coisas foram resolvidas sem recurso a outros meios mais suasórios e a vedação, abusivamente colocada, de pronto demolida, como parece aconteceu.
b) Na sessão de 12 de Junho de 1835 a Câmara deliberou nomear seus louvados António Dias da Costa, da Aldeia, e Joaquim Francisco de Oliveira, das Pedras, os quais não estando presentes foram citados para sairem a juramento na sessão imediata.
Não consta o auto de posse, mas decerto, como era da praxe, prometeram cumprir fielmente os deveres do seu cargo que, por acaso, não foi muito duradouro, pois a Câmara deixou de existir (ou pelo menos de reunir) depois de 17 de Outubro desse mesmo ano de 1835.
6. Termo de avença que fizeram os vendeiros (e o marchante) da Freguesia de quanto deviam pagar de Real para a «Estromada».
Qual fosse essa Estromada, ou para que servisse a mesma alcavala, desconheço (e as hipóteses são como as cerejas), mas o certo é que na sessão de 1 de Agosto de 1835 estiveram presentes os vendeiros e o marchante de Cortegaça que concordaram pagar, cada um, por mês, de avença, 480 réis, excepto uma tal Maria Rodrigues, uma certa Bernarda, solteira e uma Caetana, viúva, que pagariam metade dessa importância.
Assinaram o Presidente da Câmara, António Rodrigues Guimarães e o Vereador, Manuel Ribeiro da Silva.
O marchante, Joaquim Ribeiro, assinou de cruz por não saber ler nem escrever e os demais nem de cruz assinaram, por se entender que nem valia a pena.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Monumento ao Centenário - A Porta - 2ª fase da montagem

O Monumento (Porta) alusivo ao Centenário da Igreja Matriz começa a ficar completo, desta feita, foi fixada a porta ao corpo principal do monumento, ficando a faltar o revestimento final.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

MONTAGEM DA "PORTA"

MONUMENTO ALUSIVO AO CENTENÁRIO DA EDIFICAÇÃO DA IGREJA DE CORTEGAÇA

1ª fase da montagem do monumento alusivo ao centenário da Igreja Matriz de Cortegaça começou a ser realizada no dia 15 de Janeiro.